O retorno do filho plagiado!

Um tempo foi necessário para que renascesse em mim a vontade de escrever novamente neste blog. A escrita é, para mim, algo bastante instintivo, ligado ao desejo, à vontade soberana de me lançar diante do papel ou da tela em branco em busca de uma aventura com as palavras. Não adianta me impor prazos, forçar textos para abarcar as audiências mais acalouradas… as palavras sairão fracas e insípidas se me colocarem diante de datas estabelecidas. Odeio prazos quando se trata de relacionamento com essas deusas-feiticeiras. O fato é que estou de volta e não sei por quanto tempo ou a periodicidade que voltarei a este espaço, apenas retornarei como alguém que depois de um tempo distante de casa a ela retorna e se sente agraciado, acalourado pelos seus. A casa da escrita me aconchega e me saúda com sua infinidade de caminhos e possibilidades, com a caleidoscópica multiplicidade e eu sinto o aquecido abraço de quem ansiava por esta volta.
A propósito, acabo de descobrir que andam me plagiando na internet de forma descarada. A mais deslavada delas vem de uma instituição privada de Fortaleza que usou um texto meu em seu material e não fez qualquer referência ao meu blog.

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